Acompanhados pela Orquestra Sinfonietta de Lisboa e pelo Coro Ricercare, os islandeses transformaram o Campo Pequeno numa enorme sala de concertos onde o silêncio, as cordas e a voz de Jónsi foram tão importantes como as explosões sonoras. Thomas Stone Miguel Lopes Há concertos que pedem para cantar, outros para dançar e alguns para simplesmente ficar quieto a ouvir. Os Sigur Rós pertencem claramente ao último grupo. Quatro anos depois da última passagem pelo Campo Pequeno, os islandeses regressaram ontem à mesma sala, mas desta vez trouxeram reforços de peso: a Orquestra Sinfonietta de Lisboa e o Coro Ricercare, integrados nesta fase final da The Orchestral Tour, digressão em que Jónsi, Georg Hólm e Kjartan…