• Duran Duran na MEO Arena: Uma noite que precisou de tempo para encontrar o seu lugar

    Mais de quatro décadas depois de terem ajudado a definir a pop dos anos 80, os Duran Duran regressaram a Lisboa para uma MEO Arena praticamente cheia. A noite começou com Filipe Karlsson, continuou com quase meia hora de atraso e encontrou uma banda inicialmente algo presa, mas que foi crescendo até deixar os problemas para trás e fazer aquilo que o público realmente queria: celebrar uma coleção impressionante de canções. Samuel Martins Miguel Lopes Coube a Filipe Karlsson abrir a noite. O músico luso-sueco levou à MEO Arena a sua pop descontraída, eletrónica e dançável, perante uma sala que ainda se ia compondo. Uma escolha suficientemente diferente dos Duran Duran para não funcionar apenas…

  • YAIMA na TEJÁ House: Quando um concerto se transforma numa viagem

    Na primeira passagem por Lisboa, YAIMA encontrou na intimidade da TEJÁ House o cenário quase perfeito para a sua mistura de eletrónica orgânica, instrumentos acústicos e espiritualidade. Numa noite de Halloween onde o convite era aparecer como uma "criatura mágica", Pepper Proud e Masaru Higasa trocaram o espetáculo tradicional por algo muito mais próximo de uma viagem coletiva. YAIMA Miguel Lopes Há concertos onde chegamos à sala, olhamos para o palco e esperamos que comece a música. Na TEJÁ House, na passada sexta-feira, 30 de outubro, a sensação começava antes. Talvez tenha ajudado ser Halloween. Talvez tenha ajudado o dress code sugerir "criaturas mágicas". Ou talvez seja simplesmente difícil entrar naquele espaço junto ao Tejo…

Reportagens

Duran Duran na MEO Arena: Uma noite que precisou de tempo para encontrar o seu lugar

Mais de quatro décadas depois de terem ajudado a definir a pop dos anos 80, os Duran Duran regressaram a Lisboa para uma MEO Arena praticamente cheia. A noite começou com Filipe Karlsson, continuou com quase meia hora de atraso e encontrou uma banda inicialmente algo presa, mas que foi crescendo até deixar os problemas para trás e fazer aquilo que o público realmente queria: celebrar uma coleção impressionante de canções. Samuel Martins Miguel Lopes Coube a Filipe Karlsson abrir a noite. O músico luso-sueco levou à MEO Arena a sua pop descontraída, eletrónica e dançável, perante uma sala que ainda se ia compondo. Uma escolha suficientemente diferente dos Duran Duran para não funcionar apenas…

YAIMA na TEJÁ House: Quando um concerto se transforma numa viagem

Na primeira passagem por Lisboa, YAIMA encontrou na intimidade da TEJÁ House o cenário quase perfeito para a sua mistura de eletrónica orgânica, instrumentos acústicos e espiritualidade. Numa noite de Halloween onde o convite era aparecer como uma "criatura mágica", Pepper Proud e Masaru Higasa trocaram o espetáculo tradicional por algo muito mais próximo de uma viagem coletiva. YAIMA Miguel Lopes Há concertos onde chegamos à sala, olhamos para o palco e esperamos que comece a música. Na TEJÁ House, na passada sexta-feira, 30 de outubro, a sensação começava antes. Talvez tenha ajudado ser Halloween. Talvez tenha ajudado o dress code sugerir "criaturas mágicas". Ou talvez seja simplesmente difícil entrar naquele espaço junto ao Tejo…

André Rieu na MEO Arena: A música clássica também sabe fazer festa

André Rieu regressou a Lisboa para a primeira de três noites na MEO Arena. Acompanhado pela Johann Strauss Orchestra, solistas, vestidos de gala, valsas, humor e muita interação com a plateia, o violinista neerlandês voltou a demonstrar que uma orquestra também pode comportar-se como uma banda de arena. Inês Gomes Lourenço Miguel Lopes Há concertos em que se pede silêncio. Neste, André Rieu passa boa parte da noite a tentar fazer exatamente o contrário. Palmas, gargalhadas, gente a cantar, casais a dançar e milhares de pessoas que, durante quase três horas, parecem esquecer que estão perante uma orquestra de dezenas de músicos e não num gigantesco salão de baile. Na noite de quinta-feira, 29 de…

Galerias

Placebo no Porto: as imagens de uma noite intensa na Super Bock Arena

Os Placebo deram na Super Bock Arena, no Porto, o primeiro espetáculo da digressão que assinala 30 anos de carreira. A banda de Brian Molko apresentou um alinhamento particularmente centrado nos seus primeiros anos, com quase 20 canções retiradas dos álbuns Placebo (1996) e Without You I'm Nothing (1998). A noite incluiu ainda versões de Depeche Mode e Kate Bush, além de "Hellen Keller", tema que integra o novo material da banda. Uma noite marcada pela intensidade da banda britânica, registada em imagens na nossa galeria. Mónica Joady Este foi o alinhamento apresentado pelos Placebo no concerto do Porto, a 28 de setembro de 2026: Pure Morning Come Home You Don't Care About Us Teenage…

NOS Alive: John Wick, Wild Gods e pilotos automáticos

O primeiro dia do vigésimo ano do NOS Alive ficou marcado pela presença de Keanu Reeves, a homilia de Nick Cave, a estreia do Palco Literário e dos Twenty One Pilots em piloto automático. Hugo Macedo, Matilde Fieschi, sarahawk Miguel Lopes A começar o dia arrancou um novo palco no festival. Pelas cinco da tarde nasceu o Palco Literário, o oitavo palco do festival dedicado aos livros, aos seus autores e à sua relação com a música. Neste primeiro dia, Ana Markl foi a anfitriã convidando Valter Hugo Mãe, um metaleiro confesso a contar as suas aventuras com "punk mais punk que os punks", a fazer considerações sobre Tony Carreira a ainda a mostrar a…

Linkin Park no Rock in Rio Lisboa: uma banda que aprendeu a sobreviver ao próprio legado

Havia uma pergunta inevitável a pairar sobre o regresso dos Linkin Park a Lisboa: como continuar depois da perda de Chester Bennington? Nove anos depois da morte do vocalista, a banda continua a enfrentar o desafio de honrar um legado que ajudou a definir uma geração sem ficar aprisionada a ele. No Rock in Rio Lisboa, perante cerca de cem mil espetadores, a resposta foi clara: os Linkin Park já não vivem apenas da memória. Continuam a ser uma banda com presente e, sobretudo, com futuro. Rita Seixas Nelson Tiago Desde os primeiros minutos, ficou claro que a banda não veio a Lisboa para apresentar um exercício de nostalgia. Embora o peso emocional do catálogo…